Vida
No início, durante a escola primária, a nossa família tem o hábito de nos arranjar um bom par. Estão sempre a “casar-nos” com alguém, e normalmente é sempre o menino mais simpático e inteligente da nossa escola. Depois, quando vamos para a escola básica, as pessoas admitem que alguém está a namorar por ter dito um simples olá, por se ter sentado na mesma mesa de sala de aula ou mesmo por se terem cumprimentado. Porém, faltavam ainda uns meses ou, por vezes, anos, para que acontecesse o tão inesperado “primeiro beijo”. Dias passam, o primeiro namorado vem. Quem nunca sentiu uma vontade louca de se ver a cada segundo que passa? Olhamos para uma pessoa e acreditamos que ela vai permanecer ao nosso lado o resto da vida. Parece que os nossos sentidos ficam mais apurados. Um completa o outro e nenhum pode partir. Está tudo bem na vida. Nunca pensamos no fim, nunca pensamos na dor incontrolável que isso nos pode causar. Daí existirem aquelas pessoas que in...