Chegou o fim.
Seis meses e duas semanas passaram. Vivi algo parecido ao perfeito. Afirmo sem medo que fui feliz. Deste-me aquilo que eu sempre desejei. Ao teu lado mudei para uma pessoa melhor. Mas aqui estamos nós, separados por sentimentos diferentes.
Ontem eu sabia que estavas comigo. Sabia que podia correr para ti e dizer que te amava. Sabia que me ias abraçar e pedir para ficar contigo para sempre. Quem sabe se não te ajoelhavas. Hoje sei que te perdi, ou talvez não. Mas quando o orgulho se junta a mim resulta uma coisa horrível e tu sabes bem que é verdade.
Apesar de saber que posso falar contigo, que posso voltar para ti, que estás à minha espera, o que está feito, feito está. Posso ter feito uma má escolha, mas não és nenhum brinquedo para eu fazer tudo o que queira contigo. Por isso mesmo, não há tempo para arrependimentos. Não há tempo para tristezas nem choros. Nem sequer há tempo para pensar voltar atrás, apesar de o fazer.
Sabes, eu achava que ia ficar quase bem, mas não é o que está a acontecer. E se eu estou assim, nem quero imaginar aquilo que estás a sentir. Gostava de te pedir desculpa, mas não tenho esse direito.
Agora apenas restam as memórias. As memórias do tempo vivido contigo, de quando fomos felizes no nosso mundo. Peço-te que as guardes, tal como eu vou fazer, e que percebas que eu sou feita de emoções. Apaixono-me facilmente, tal como deixo de me interessar.
Lembraste quando disse para seres tu o conquistador? Parece que também não o sabes ser...
Sabes, eu achava que ia ficar quase bem, mas não é o que está a acontecer. E se eu estou assim, nem quero imaginar aquilo que estás a sentir. Gostava de te pedir desculpa, mas não tenho esse direito.
Agora apenas restam as memórias. As memórias do tempo vivido contigo, de quando fomos felizes no nosso mundo. Peço-te que as guardes, tal como eu vou fazer, e que percebas que eu sou feita de emoções. Apaixono-me facilmente, tal como deixo de me interessar.
Lembraste quando disse para seres tu o conquistador? Parece que também não o sabes ser...
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