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A mostrar mensagens de junho, 2014

Faz, aceita, ama

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 Normalmente só escrevo aqui quando sou invadida por grandes e muitas emoções e preciso de deitar tudo cá para fora. Por isso devo estar a causar alguma confusão às pessoas que me conhecem e seguem, porque o costume é escrever um texto e ficar tudo dito, mas esta semana já lá vão três publicações e parece-me que não disse nada.  Estava a estudar matemática quando comecei a pensar e me deu outra vontade súbita de pôr os meus pensamentos em "papel". E já que referi a matemática, é por aí que vou começar. Adorava tanto, mas tanto que o exame que vou fazer daqui a 5 dias fosse fácil. E mesmo que não o fosse, gostava que, depois destes dias a estudar e a ter explicações, sem contar com o ano que passou, ao menos eu chegasse lá e conseguisse fazer os exercícios. Gostava de dizer que precisei de raciocinar, mas que consegui, que valeu a pena o esforço. E depois, passado menos de um mês, em frente às pautas, gostava de olhar para a minha nota e pensar "fogo, tu és mesmo capaz...

Orgulha-te

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 Sabes aquela sensação de ansiedade e felicidade? Aquele momento em que não sabes se é maior a vontade de rir ou de chorar? Quando já estavas a acostumar-te a uma ideia de "passagem pela vida", mas voltam a dar-te a oportunidade de sonhar? Quando as emoções são tão grandes para um ser tão pequeno? Sem dúvida que é uma das melhores sensações. E este pequeno e bom vislumbre de um futuro longínquo, mas meu, sabe tão bem quanto umas férias despreocupadas numa ilha paradisíaca.  Uma coisa irá permanecer sempre: a consciência do porquê desta luta. Oito meses passados. Dias e mais dias. Meses e mais meses. Anos se passarão sem a tua presença física, mas preenchidos de instabilidade e saudade. Tudo culpa tua. Se podias ter feito as coisas de maneira diferente? Podias. Se quiseste? Duvido.  Olha para mim e orgulha-te daquilo em que me tornei. Um dia levo-te, no meu coração, a uma dessas ilhas paradisíacas, o que me dizes? Tua S,  ♥

Promete-me

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 Adiei e continuo a adiar o inevitável. Mas os dias aproximam-se e não posso fazer nada para o evitar. Podemos tomar pequenas decisões sobre pequenos assuntos, mas ainda não temos o poder de tomar as maiores decisões. E, nesta altura, por mais que queira, não posso simplesmente virar costas ao futuro e àquilo que sei que deve ser feito.   Voltei a acreditar apenas no presente, por ti. Mas pensar no futuro sempre fez parte de mim. E se antes tinha medo de estar contigo, agora tenho medo de não estar. Ambos sabemos que o mundo lá fora está repleto de partidas e não cabe a mim, por mais que queira, estar ao teu lado para te avisar dessas partidas. Tens de ser tu a cair e a levantar-te sozinho. Vais ter de ser tu a explorar as novidades e a não ficar tentado. Vais ter de decorar o caminho de volta para casa.  Descobrir-te, intensificou-te. Saber-te, acentuou-te. A mais pequena ideia de não te pertencer, aterroriza-me. Não quero que me prometas um conto de fadas, mas ac...